quinta-feira, 27 de novembro de 2008

o auto do circo


Dias 18, 19, 20 e 21.12 no Arsenal da Esperança.
Sempre às 20h.

Aguarde mais informações.

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estável na brava


Homem Cavalo & Sociedade Anônima
05.12 às 20h
na sede da Brava Cia - Sacolão das Artes
Av. Cândido José Xavier, 577
Pq. Santo Antônio



Informações: 11 5514 5911
11 9819 1418
www.blogdabrava.blogspot.com

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fim da temporada - últimas apresentações

Cia. Estável de Teatro encerra temporada
de Homem Cavalo & Sociedade Anônima

Atualmente soa inadequado falar em vanguarda – como expressionismo e surrealismo, que se espalharam pela Europa, ganharam o planeta e mudaram a face do século XX – para designar o que surge de inovador no panorama artístico. Mas pode-se identificar no teatro paulista companhias que apontam novas perspectivas para as artes cênicas ao se relacionar com o espaço cênico de uma maneira diferente da usual. Com Homem Cavalo & Sociedade Anônima, em cartaz no Arsenal da Esperança (casa que abriga homens em situação de falta de casa, de família, de trabalho), a Cia. Estável se coloca nesse conjunto“. Mauro Fernando - Critico APCA.

Trata-se de um espetáculo de acertos! O primeiro deles concerne à escolha da dramaturgização das histórias dos homens desterritorializados e em passagem pelo Arsenal da Esperança. Trata-se de um emocionante espetáculo. Difícil lembrar-se dele sem que a emoção conciliada entre o humano e o estético se presentifiquem turvando os olhos: que se açucaram. É isso: com a Estável se tem teatro. Excelente teatro. Alexandre Mate - professor de História do Teatro da UNESP.

Homem Cavalo & Sociedade Anônima. Com Cia Estável de Teatro. Texto - criação coletiva. Direção - Andressa Ferrarezi. Duração - 90 minutos. Classificação - 14 anos. Ingressos - 1 kg de alimento não perecível. Temporada - até 30 de novembro de 2008. Sábados e domingos às 19h. - Em dias de chuva não haverá espetáculo.


Arsenal da Esperança - Rua Dr. Almeida Lima, 900 – Brás (próximo a estação Bresser-Mooca do Metrô). Informações - (11) 8708-9563 / (11) 8121-0870. Capacidade - 50 lugares.

























Assessoria de Imprensa
Adriana Balsanelli
11 9245 4138

terça-feira, 25 de novembro de 2008

caminho do som – sertanejo

Já há dois meses em cartaz com o Homem Cavalo & Sociedade Anônima e algumas coisas começam a tomar forma mais definida. É... só agora mesmo, porque isso que a gente faz se constrói de encontros diários.

Estávamos conversando, eu, Nei e Osvaldinho, sobre a dimensão do simbólico, e uma outra coisa, a qual nomeávamos intuição, no trabalho de criação desta peça. Me veio o processo da música Saudade – ou Sertanejo, como a apelidamos.

Num primeiro momento, experimentamos um treinamento, proposto por Nei, com algumas músicas de forte apelo junto aos acolhidos no Arsenal, de ampla repercussão nas rádios.

Tô num celular, falando de um bar... Vai locutor, diz que eu sou completamente apaixonado... Que tem um cara aqui, louco de saudade, cheio de desejo... Vai, vai levando o que for seu... do nosso amor nada valeu... Se aquele amor que jurava, era da boca pra fora.

Era praticamente um exercício de melodrama...

Daí veio a Andressa e me “encomendou” uma música sertaneja mais próxima de “coisas de raiz”, como Tonico e Tinoco.

Fiz então a tal Saudade, e a estudamos abrindo vozes (no famoso intervalo de terças sertanejas). A letra feita de clichês do cancioneiro sertanejo. O ritmo: uma rancheira.

Eis que tal música tomou proporções inimaginadas. Contextualizada com o trabalho rural e com o êxodo para a cidade em busca de trabalho – graças à sensibilidade da Andressa – esta música virou uma espécie de Hit dentro do Arsenal, com acolhidos cantando junto conosco durante a peça e, um sem número de vezes, nos pedindo a letra por escrito. E o João Campos, do MST, que fez uma ponte entre esta cena/canção e a nossa desconexão e descompasso com a natureza. Tudo isso potencializado pela cena do pai distante de casa já há tanto tempo, feita pelo Nei.

Acho que isso se faz de um reconhecimento sensível que nos permeia quando estamos abertos ao coletivo. Com essa somatória de observação e interlocução com o espaço. Com esta rede de intuições. Com a percepção concreta desta realidade.

Gostaria de dividir isso. E a letra da música também. Para que você pense conosco.



SAUDADE

No quintal da minha casa
Passa um riacho que vira rio
A água que nele corre
Deságua no mar bravio
Saudade, bonita, saudade
Do meu bem que já partiu

No riacho cristalino
A água segue em frente
Correndo feito o destino
Lava o coração da gente
Saudade, morena, saudade
Do meu bem que está ausente



Molhando todo o meu rosto
Eu renovo a esperança
A água do rio tem gosto
De você na minha lembrança
Saudade, cabocla, saudade
Do meu bem, saudade mansa

Ah, rio doce
Carrega minha amargura
Essas águas vão embora
E só voltam feito chuva
O meu bem ganhou estrada
Um dia volta, saudade dura

Osvaldo Hortencio

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

livro sobre o fomento

Cooperativa lança livro sobre o Fomento: "A Luta dos Grupos Teatrais de São Paulo por Políticas Públicas Para a Cultura"


Cooperativa Paulista de Teatro lança livro de Iná Camargo Costa sobre os cinco primeiros anos da Lei Municipal de Fomento ao Teatro.

No dia 19 de novembro, às 21h, no Espaço Parlapatões (Praça Roosevelt, 158, Centro), a Cooperativa Paulista de Teatro lança o livro "A Luta dos grupos Teatrais de São Paulo por Políticas Públicas para a Cultura – Os cinco primeiros anos da Lei de Fomento ao Teatro".

O lançamento do livro inicia as comemorações pelos 30 anos da Cooperativa Paulista de Teatro, a serem completados em 2009. Escrito por Iná Camargo Costa, a pedido da Cooperativa, a pesquisa contou com o apoio de Dorberto Carvalho e levou mais de um ano para ser concluída.

No dia do lançamento, serão realizadas apresentações de grupos teatrais fomentados e de grupos que sugiram em conseqüência de ações incentivadas pela Lei de Fomento, como nos projetos do grupo Caixa de Imagens, da Cia. Estável e do grupo Sobrevento.

Ilustrando os benefícios indiretos da Lei, os grupos Caixa de Imagens, Sobrevento e a Cia. Estável mostrarão como os seus projetos se ampliaram às comunidades onde atuam, ao apresentando performances teatrais de novos núcleos artísticos, que surgiram dentro das ações fomentadas.

A Casa da Tia Siré é um coletivo que surgiu de interesses comuns entre alunos e integrantes do projeto "Amigos da Multidão", da Cia. Estável de Teatro, realizado entre 2001 e 2004, no bairro Cangaíba, Zona Leste de São Paulo. Já o grupo Mão na luva é um núcleo nascido em atividades do grupo Sobrevento, que já formou mais de 20 marionetistas devido às atividades viabilizadas pelo Fomento.


O LIVRO

O livro "A Luta dos grupos Teatrais de São Paulo por Políticas Públicas para a Cultura" analisa os cinco primeiros anos da Lei Municipal de Fomento ao Teatro.

Da crítica aos modelos de financiamento público que se dão por meio da isenção fiscal, até o movimento da classe teatral A arte contra a barbárie, que foi uma das células de germinação da Lei de Fomento ao Teatro, o livro de Iná Camargo Costa compõe o retrospecto da luta dos grupos teatrais de São Paulo por políticas públicas para o setor.

Para além desta tarefa, o volume relata as experiências fomentadas e mostra os impactos que a Lei trouxe na diversificação da cena teatral, ao compor uma nova fisionomia para o teatro paulistano.

Os autores

Iná Camargo Costa – Doutora em Filosofia, Iná é professora aposentada pela USP. Pesquisadora do teatro épico e da dramaturgia nacional, é uma militante incansável do movimento teatral paulistano, por sua presença constante nas rodas de formação dos grupos de São Paulo. A autora não cobrou honorários para escrever o livro. Segundo ela, os seus rendimentos como aposentada, oriundos do estado, já a remuneram o suficiente para trabalhar para a causa pública.

Dorberto Carvalho – ex-secretário da Cooperativa Paulista de Teatro, formado em Letras pela USP, atua na promoção de Políticas Públicas para a Cultura e para a formação de públicos para o teatro.


A Secretaria Municipal de Cultura contribuiu para a composição do livro ao autorizar a publicação de dados estatísticos sobre o Programa, que constam nos anexos ao texto de Iná e Dorberto.


A LEI DE FOMENTO

O livro resgata a história do Arte Contra a Barbárie – movimento iniciado em 1998 pelas Companhias Folias D´arte, Latão, Vertigem, Grupo Tapa e Pia Fraus – que ganhou a adesão de boa parte da categoria e derivou no Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo, Lei 13.279, em 2002.

O projeto concebido pelo Arte Contra a Barbárie, amplamente discutido com a classe teatral, em encontros na antiga sede dos Parlapatões, em Pinheiros, no Oficina, no Teatro de Arena e diversos outros espaços, teve a participação ativa do diretor teatral Luis Carlos Moreira (Grupo Engenho) e Cezar Vieira (Teatro Popular União e Olho Vivo).

Estão presentes: a história do movimento, a instauração da Lei, que teve votação unânime na Câmara (via projeto apresentado pelo então vereador Vicente Cândido), os debates públicos com as comissões julgadoras dos editais, o processo de politização dos grupos e companhias, a experiência do Jornal O Sarrafo, entre outros momentos importantes para a consolidação do programa de fomento.

A luta pela manutenção do programa, de modo independente à variação dos governos municipais em vigência e às instabilidades partidárias, compõe o painel de uma história paradigmática no debate nacional sobre fundos e incentivos fiscais nas políticas públicas para a cultura a serem desenvolvidas no Brasil.

De junho de 2002 a janeiro de 2008, foram realizados 13 editais do Programa, pelos quais 192 projetos de 93 núcleos artísticos da cidade de São Paulo foram selecionados, propiciando condições – não só para a montagem de seus espetáculos – para a manutenção de suas pesquisas estéticas e interventivas.


SERVIÇO

- Lançamento do livro A Luta dos Grupos Teatrais de São Paulo por Políticas Públicas Para a Cultura – de Iná Camargo Costa e Dorberto Carvalho. (280 páginas)
- Apresentação de grupos teatrais convidados.

Local: Espaço Parlapatões (Praça Roosevelt, 158, Centro)
Horário: 21h
Ingresso: As apresentações têm entrada franca (o livro será distribuído gratuitamente).
Informações: (11) 2117-4710/ (11) 2117-4711



fonte: http://www.cooperativadeteatro.com.br/newsDetails.do?id=624

bakhy - coordenação musical


SOBRE O TRABALHO DE COORDENAÇÃO MUSICAL

Existe sempre um novo desafio...o meu, foi coordenar um grupo, que por si só poderia caminhar. Porém, enquanto estive no processo, percebi que a Companhia está sempre aberta a novos olhares. E isso foi extremamente gratificante para ambas as partes.O fazer foi sempre o foco principal. Cantar,tocar, sentir a música, mais do que simplesmente ser músico, estar aberto a uma nova percepção musical, sem amarras academicistas ou maiores entraves. Todos comungando um prazer enorme em apenas realizar as propostas musicais, sem medo do erro e nem do acerto. O resultado musical final, na minha opinião, não poderia ser diferente: um grupo vocalmente coeso e maduro ainda que às vezes, sem perder o "amadorismo" no melhor sentido da palavra- aquele que ama o que faz.
A direção musical de Osvaldo, sempre muito pontual e generosa, não privilegiou uma ou outra voz, mas sim primou pela afinação vocal e interior do Grupo. Além de sua trilha musical cair como uma luva para a coompreensão do espetáculo. Parabéns à Companhia Estável, foi um grande prazer e privilégio participar deste processo com vocês.

Muito Obrigado.

Bakhy - Novembro 2008

cássio pires - sobre a construção da dramaturgia

SOBRE A CONSTRUÇÃO DA DRAMATURGIA

Entre maio e outubro deste ano, a Cia Estável viveu a fase de fechamento da dramaturgia do espetáculo que agora é nomeado Homem Cavalo & Sociedade Anônima. Depois de um longo período de apropriação e experimentação em torno de conceitos de construção de uma dramaturgia coletiva, era o momento de preocupar-se com os conceitos norteadores e a forma do texto final.

Após uma longa pesquisa sobre o amplo universo de homens desterritorializados (trecheiros, errantes etc), a companhia delimitou seu campo de discussão para algo que, assim o entendo, trata das relações (nem sempre visíveis a olho nu) entre o mundo das grandes corporações e os processos de desigualdade social. Assim, o olhar inicial da companhia para a questão do vagar transformou-se pela ótica que tenta compreender esse fenômeno como uma questão de um mundo dominado pela lógica perversa da cultura neoliberal.

Feita essa opção, faltava outra ainda: a forma do texto. A fragmentação, entendida aqui como um recurso épico, permitiu a companhia justapor uma série de pequenos episódios em torno destes errantes e dos processos decorrentes das práticas neoliberais. Uma família que vive sob um viaduto, um faxineiro que “terceiriza” seu próprio emprego a outros homens para poder exercer um outro emprego, uma mulher ao mesmo tempo lírica e patética que vive dentro de um latão... essas são algumas das várias pequenas células dramáticas da peça, todas elas entrelaçadas com a narrativa sobre o Homem Cavalo, que nomeia o espetáculo e dá-lhe as chaves de debate.

O resultado honra os quase dois anos de debate sobre a construção de dramaturgia. É sempre recompensador constatar que o grande esforço de um grupo de teatro no sentido de se apropriar de conceitos de dramaturgia e de questões políticas e econômicas de nosso tempo resulta em um espetáculo capaz de enfrentá-las a altura de sua complexidade.

Cássio Pires - Novembro 2008

clipe vagar

Vídeo clipe com cenas do projeto Vagar não é preciso feito por Di Marina Freitas e Jonatas Marques, responsáveis pelo registro audiovisual do projeto.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

últimos debates

DIA 15 DE NOVEMBRO, SÁBADO
Bate papo entre a Cia. Estável, acolhidos do Arsenal e público interessado!

DIA 16 DE NOVEMBRO, DOMINGO
Ednaldo Freire, Marília Carbonari e César Vieira

Ednaldo Freire
Colaborador e diretor da Fraternal Cia. de Artes e Malas-Artes, cia de teatro que tem um forte trabalho e pesquisa no estudo da tradição cômica; no seu trabalho apresenta uma inquietação no infinito leque das opções estéticas contemporâneas e muito se mostra estilisticamente pela verve do cômico e pela nitidez épica.

Marília Carbonari
Integrante da Cia. de Teatro Fábrica São Paulo, defendeu a tese “Teatro épico na América Latina: estudo comparativo da dramaturgia das peças \'Preguntas inutiles\', de Enrique Buenaventura(TEC-Colômbia), e \'O nome do sujeito\', de Sérgio de Carvalho e Márcio Marciano (Cia do Latão - Brasil)”, colaboradora da Roda do Fomento ao teatro para a cidade de São Paulo e de outros importantes movimentos de cunho sócio político e cultural.

César Vieira
Integrante do Teatro Popular União e Olho Vivo. Foi presidente estudantil do Colégio Bandeirantes, dos Centros Acadêmicos da PUC e Cásper Líbero e da UNE (1958). A militância no teatro foi sempre uma constante, acentuada, sobretudo com a fundação, em 1966, do Teatro Popular União e Olho Vivo. Em 1973, passou 90 dias preso no DOI-CODI, por conta do envolvimento contra a ditadura ao advogar na defesa de presos e perseguidos políticos.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

mais debates

A Cia Estável de Teatro segue com ciclo de debates após a apresentação do espetáculo Homem Cavalo & Sociedade Anônima, em cartaz aos sábados e domingos, às 19 horas, no Arsenal da Esperança.


Segue abaixo a programação da semana:


DIA 8 DE NOVEMBRO, SÁBADO – MEU ESPAÇO PÚBLICO/PRIVADO
Antonio Sérgio Gonçalves e Mariana Senne

Antonio Sérgio Gonçalves
Educador e psicanalista. Educador de rua e supervisor da Secretaria do Menor de 1988 a 1998. Participou da assessoria do I Censo de População de Moradores de Rua de S. Paulo (2000), realizado pela FIPE. Atualmente coordena o Projeto Educação com Arte: Oficinas Culturais (convênio entre o Cenpec e a Fundação Casa).


Mariana Senne

Atriz da Cia São Jorge de Variedades e integrante do Movimento Redemoinho. A base estética da companhia se apóia na discussão de questões éticas inerentes à diversidade e os paradoxos da cultura. Entre 2002 e 2004 desenvolveu projetos e pesquisa com pessoas em situação de rua, como a Oficina Boracea e o Albergue Canindé.


DIA 9 DE NOVEMBRO, DOMINGO – ARTE E CRISE
João Campos , Mauro Luis Iasi e Marco Antônio Rodrigues

João Campos
Assentado da Reforma Agrária e militante do MST - coordenação estadual.

Mauro Luis Iasi
Possui graduação em História pela PUC-SP, mestrado e doutorado em Sociologia pela USP. Atualmente é professor de Sociologia da Universidade Metodista de São Paulo e Professor Titular de Ciência Política da Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo. Concentra sua atenção atualmente nos seguintes temas: sociologia do trabalho, consciência de classe, classes sociais, processos políticos, partidos e teoria do Estado.

Marco Antônio Rodrigues
Diretor de teatro, artista identificado com um teatro de cunho popular e brechtiano, um dos fundadores do grupo Folias d'Arte e do teatro Galpão do Folias. Se formou em psicologia em Santos, onde iniciou no teatro.



Homem Cavalo & Sociedade Anônima. Com Cia Estável de Teatro. Texto - criação coletiva. Direção - Andressa Ferrarezi. Duração - 90 minutos. Classificação - 14 anos. Ingressos - 1 kg de alimento não perecível. Temporada - de 04 de outubro a 30 de novembro de 2008. Sábados e domingos às 19h. - Em dias de chuva não haverá espetáculo.

Arsenal da Esperança - Rua Dr. Almeida Lima, 900 – Brás (próximo a estação Bresser-Mooca do Metrô). Informações - (11) 8708-9563 / (11) 8121-0870. Capacidade - 50 lugares.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

a história das coisas

Sugestão de Maria Carolina Dressler, membro da Cia. Estável, para este blog.
Consumo: entenda!